O Último dos Moicanos: Dona Flor e seus dois maridos

segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Dona Flor e seus dois maridos

A propósito das críticas tecidas por António Barreto, no “Público” de ontem, às políticas educativas seguidas pela cúpula dirigente do respectivo ministério, o professor Manuel Brás, do blogue “Amêijoa Fresca” resume assim, a acção da tutela:

"À lenta deriva inicial,
segue-se o rápido afundamento,
da política demencial
regulamento atrás de regulamento.

A ideia de facilidade
é democrática e igualitária,
é esta a moralidade
de uma política segmentária!

Com base na autoridade
do mais puro despotismo,
tamanha é a imbecilidade
deste ignóbil autismo!

As oportunidades perdidas
desta bandeira educativa,
pois as pessoas foram iludidas
pela propaganda governativa.

Esta triste realidade,
com milhões desperdiçados,
é feita de futilidade
e de diplomas amassados!

Sem retorno tangível
para o resto da sociedade,
esta política fungível
dilacera até à saciedade!

Mais que esfarrapada,
o ridículo simplista,
a justificação empapada
da educação socialista.

Tamanha é a coragem
desta ridícula postura,
a educação é uma miragem
com esta falta de cultura!

Os despojos educativos
desta política miserável,
são ademais elucidativos
da podridão deplorável."
[Manuel Brás]
Apache, Julho de 2009

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1 Comments:

Blogger Diogo said...

Porque é que não pegamos na podridão e a deitamos no lixo? A pontapé, se necessário? Temos de sufocar com o pivete?

Segunda-feira, Julho 13, 2009 7:36:00 PM  

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