O Último dos Moicanos: Ban Ki-Moon (e indirectamente o IPCC) desafiado a provar as alegadas alterações climáticas antropogénicas

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ban Ki-Moon (e indirectamente o IPCC) desafiado a provar as alegadas alterações climáticas antropogénicas

Há quase dois meses, em vésperas da Cimeira de Copenhaga (sobre as alegadas “alterações climáticas” provocadas pelo Homem) um grupo de destacados cientistas tomou (uma vez mais) a iniciativa [gabo-lhes a paciência] de escrever mais uma carta aberta ao Secretário-Geral das Nações Unidas, que como era expectável permanece sem resposta: “Sua Excelência, Ban Ki-Moon Secretário-Geral das Nações Unidas Nova Iorque, Estados Unidos da América 8 de Dezembro de 2009 Caro Secretário-Geral, A ciência relacionada com as alterações climáticas está a atravessar um período de «descobertas negativas» - quanto mais aprendemos neste domínio excepcionalmente complexo e em rápida evolução mais percebemos o quão pouco sabemos. Verdadeiramente, em ciência nenhum assunto está encerrado. Portanto, não há nenhuma boa razão para impor decisões de política pública, dispendiosas, aos povos da Terra, sem que primeiro se apresente prova convincente de que as actividades humanas estão a causar alterações climáticas perigosas e que vão além das que resultam de causas naturais. Antes de se tomar qualquer acção precipitada, temos de ter sólidos dados de observação mostrando que as recentes alterações no clima diferem substancialmente das mudanças observadas no passado e estão acima das variações normais causadas pelos ciclos solares, pelas correntes oceânicas, por alterações de parâmetros da orbita terrestre e por outros fenómenos naturais. Nós, abaixo assinados, qualificados em disciplinas científicas relacionadas com o estudo do clima, desafiamos a UNFCCC (Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas) e todos quantos nas Nações Unidas a suportam, a produzir convincente EVIDÊNCIA OBSERVÁVEL para as vossas afirmações de existência de um perigoso aquecimento global e de outras mudanças no clima, de origem humana. Projecções de possíveis cenários futuros, feitas por modelos climáticos computadorizados, não comprovadas, não são substitutos aceitáveis para os dados do mundo real obtidos por imparcial e rigorosa investigação científica. Mais especificamente, desafiamos os defensores da hipótese de existirem perigosas alterações climáticas antropogénicas, a demonstrar que: 1- As alterações climáticas globais verificadas nos últimos cem anos estão significativamente fora do intervalo de variabilidade natural observado nos séculos anteriores; 2- As emissões humanas de dióxido de carbono e de outros gases com efeito de estufa estão a ter um impacto perigoso no clima; 3- Os modelos computorizados conseguem replicar de forma fidedigna todos os factores naturais que influenciam significativamente o clima; 4- Os níveis do mar estão a aumentar perigosamente, a um ritmo que se acelerou com o aumento das emissões humanas de gases com efeito de estufa ameaçando pequenas ilhas e populações costeiras; 5- O número de casos de Malária está a aumentar por causa das alterações climáticas; 6- A espécie humana e os ecossistemas naturais não se conseguem adaptar às alterações climáticas, contrariamente ao que aconteceu no passado; 7- Os glaciares, pelo mundo fora, estão a recuar e o derretimento de gelo nas regiões polares é incomum e está relacionado com as emissões humanas de gases com efeito de estufa; 8- Os ursos polares e a restante vida selvagem do Árctico e do Antárctico são incapazes de se adaptar, antecipando possíveis efeitos das mudanças no clima, independentemente da causa dessas mudanças; 9- Os furacões, as tempestades tropicais e outras manifestações climáticas extremas estão a aumentar em frequência e em intensidade; 10- Os dados registados pelas estações meteorológicas terrestres são um indicador fiável das tendências da temperatura global de superfície. Não é da responsabilidade dos cientistas que observam o clima real, provar que não estão a ocorrer perigosas alterações climáticas de origem humana. Pelo contrário, são aqueles que o propõem e que promovem a alocação de investimentos maciços para resolver o suposto «problema», que têm a obrigação de demonstrar, de forma convincente, que as recentes alterações climáticas não têm origem natural e, que se não fizermos nada, mudanças catastróficas se seguirão. Até à data, os que o tentaram, falharam rotundamente.”
Assinam 188 cientistas de múltiplas nacionalidades... [Tradução minha]

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